Projeto explicita atuação do MP em ações de alimentos para crianças
PL 354/2026 pretende incorporar ao ECA entendimento consolidado pelo STJ. A proposta aguarda o prazo de recurso na Câmara e ainda não é lei.
PL 354/2026 pretende incorporar ao ECA entendimento consolidado pelo STJ. A proposta aguarda o prazo de recurso na Câmara e ainda não é lei.
Lançada pelo CNJ em abril, nova versão reforça a documentação e o compartilhamento de projetos desenvolvidos no Judiciário. O registro ajuda a acompanhar finalidade, risco e versões das soluções, mas não comprova sozinho sua qualidade nem autoriza presumir uso em todos os processos.
Novas funções anunciadas pelo CNJ em agosto aproximam a consulta aos autos, a pesquisa jurídica e a elaboração de minutas. A integração pode reduzir a troca entre telas, mas exige conferir documentos, contexto dos precedentes e a conclusão que será submetida à assinatura do magistrado.
Resolução do CNJ distingue informação ao usuário, registros internos e menção facultativa no texto do ato judicial. Entender essas camadas ajuda a buscar esclarecimentos sobre as ferramentas sem presumir acesso irrestrito a dados, código-fonte ou documentos de terceiros.
Normas do CNJ admitem apoio tecnológico, mas preservam a responsabilidade do magistrado pela decisão e pelas informações utilizadas. Conferir fatos, argumentos e precedentes é diferente de corrigir a linguagem de uma minuta; a fundamentação continua sendo uma exigência do processo.
Disponibilizada nacionalmente em setembro de 2025, solução permite acompanhar texto e vídeo de forma sincronizada. O recurso ajuda a localizar manifestações, mas exige atenção a quem falou, às negações e aos números antes de usar um trecho na análise jurídica.
Lançada em 2023, ferramenta aproxima processos por similaridade e apoia a identificação de controvérsias. O caso mostra por que indicadores de processamento, integração ao trabalho das equipes e decisões judiciais precisam ser analisados separadamente ao avaliar inteligência artificial na Justiça.
Experiência do STJ com organização de processos mostra um uso de inteligência artificial diferente da geração de textos. Identificar assuntos recorrentes pode apoiar a gestão de precedentes, mas o agrupamento não resolve, sozinho, as diferenças jurídicas entre os casos.
Desenvolvida pelo TRT-4 e compartilhada com outros tribunais, a ferramenta apoia a leitura de peças e a preparação de textos. Descrições institucionais mostram a evolução dos usos e reforçam a necessidade de distinguir alegações, provas e conclusões do magistrado.
Anúncio da Harvey prevê uso da plataforma em todas as áreas do escritório internacional, com apoio à pesquisa e à análise documental. O caso ajuda a distinguir contratação, capacitação e utilização efetiva — etapas que não podem ser tratadas como sinônimos de ganho comprovado.
Caso anunciado pela A&O Shearman e pela Harvey combina leitura, extração e análise de documentos em várias etapas. A aplicação mostra por que conferir apenas o relatório final pode ser insuficiente quando uma conclusão depende de informações produzidas ao longo do processo.
Plataforma desenvolvida com Harvey e Microsoft combina apoio à redação e parâmetros de negociação. A experiência documentada pela A&O Shearman ajuda a discutir uma questão prática: uma cláusula bem escrita pode continuar inadequada ao negócio que o advogado precisa proteger.
A velocidade do primeiro rascunho não revela, sozinha, se uma automação compensa para o escritório. A avaliação precisa alcançar a entrega aprovada, os erros, os custos de operação e a possibilidade de interromper o uso sem comprometer o atendimento.
Conter a falha, preservar evidências e avaliar o impacto sobre pessoas são tarefas diferentes, que precisam caminhar juntas. Regras da ANPD estabelecem critérios de comunicação; esperar um diagnóstico definitivo pode comprometer a resposta do escritório e a proteção dos clientes.
Instruções inseridas em arquivos ou páginas podem tentar desviar um assistente da tarefa autorizada. O problema não se limita à resposta errada: quando a ferramenta pode enviar mensagens ou alterar sistemas, a revisão precisa alcançar também as ações que ela pretende executar.
Uma cláusula que proíbe o uso de dados para treinamento não esclarece, sozinha, quem acessa documentos, por quanto tempo eles ficam armazenados ou como são excluídos. Na advocacia, a autorização de acesso deve acompanhar a necessidade real de cada tarefa.
Resultados anteriores podem ajudar a compreender o contencioso, mas um percentual depende dos casos escolhidos e do que foi classificado como sucesso. Antes de usar uma previsão na estratégia ou na conversa com o cliente, é preciso examinar a base e seus limites.
Não existe um único pagador. Acionistas, credores sem garantia, FGC, bancos associados, BRB e entes públicos absorvem parcelas diferentes, enquanto a recuperação tenta devolver parte do dinheiro.
A instituição deixa de operar normalmente, um liquidante assume, credores são classificados e ativos passam a ser cobrados ou vendidos. O processo pode durar anos.
Em setembro, o STF retirou o sigilo de procedimentos do caso. A publicidade permite fiscalização, mas não transforma relatório policial em decisão definitiva.
Conversas apreendidas aproximaram o caso de ministros e políticos. Mas mensagem enviada, contato salvo e arquivo aberto demonstram coisas diferentes.
A lista de nomes cresce, mas as situações jurídicas são radicalmente diferentes. Este guia impede que mensagem, reunião, busca, investigação e acusação sejam tratados como a mesma coisa.
Sem mercado ativo, o valor depende de modelos e premissas. O caso Master mostra por que precificação, independência e liquidez são tão importantes quanto a existência do papel.
O instrumento transforma recebíveis em investimento. No caso, investigadores examinam quem cedia os créditos, quem administrava os fundos, quem comprava as cotas e como os ativos eram avaliados.
Na tela, o produto parecia simples: renda fixa, juros elevados e proteção do FGC. Nos bastidores, cada real captado aumentava a obrigação de encontrar ativos ainda mais rentáveis e expunha o banco a uma corrida por liquidez.
A troca de nome foi a face visível de uma mudança mais profunda. Novo controle, captação digital e ativos de difícil negociação levaram uma instituição em recuperação a crescer depressa, até faltar liquidez.
Um banco de pequeno porte captou dezenas de bilhões, vendeu carteiras a uma instituição pública, foi liquidado e provocou o maior acionamento da história do FGC. Entenda como as peças financeiras, policiais e políticas se conectam.
Filas que envelhecem, entregas devolvidas e decisões concentradas em uma pessoa ajudam a revelar dificuldades de capacidade. Contar processos, isoladamente, não mostra o esforço necessário para atender os clientes nem identifica onde o trabalho está parando.
Pedidos adicionais podem alterar a carga de trabalho do escritório, mas nem toda nova solicitação autoriza outra cobrança. Delimitar os serviços, registrar mudanças e conversar com o cliente ajuda a distinguir obrigação contratada de ampliação do atendimento.
Debate da OAB coloca a gestão no centro da adoção de IA. Responsáveis definidos, documentos confiáveis e revisão das entregas ajudam a evitar que a tecnologia apenas acelere erros que já existiam na rotina jurídica.
Avisos que usam o nome da autoridade migratória podem tentar obter dinheiro e documentos de brasileiros. Um alerta oficial publicado em 2024 ajuda a reconhecer o risco: a confirmação deve ocorrer por canal independente, sem ignorar notificações verdadeiras do processo.
A comprovação de alojamento aparece nos procedimentos de residência e não deve ser confundida com uma reserva ou um endereço comprado. Antes de pagar, brasileiros precisam verificar o imóvel, quem pode disponibilizá-lo e quais documentos correspondem à situação efetiva de ocupação.
O certificado brasileiro decorre de acordo internacional; o número de utente identifica a pessoa no sistema português. Cadastro, cobertura de despesas e continuidade de tratamento exigem verificações distintas, sem presumir atendimento privado gratuito.
Aposentadoria, aluguel e rendimentos financeiros podem integrar a documentação da categoria destinada a quem vive de recursos próprios. O planejamento precisa demonstrar origem e disponibilidade, separar patrimônio de renda e considerar despesas que não se resumem ao requisito do visto.
A categoria conhecida como visto de nômade digital envolve atividade prestada remotamente para fora de Portugal. Brasileiros precisam distinguir estada temporária e residência, documentar os rendimentos e evitar cálculos baseados em valores antigos do salário mínimo português.
Brasileiros que pretendem estudar ou retomar a carreira em Portugal precisam organizar processos diferentes. Admissão acadêmica, residência e reconhecimento de qualificações têm finalidades próprias, e o resultado de uma etapa não garante automaticamente o das demais.
A mudança na lei de estrangeiros criou períodos de residência para o reagrupamento, mas também previu hipóteses de redução e exceções. Idade dos filhos, vínculo familiar, coabitação e tipo de autorização precisam ser examinados antes de definir quando cada pessoa poderá se mudar.
A lei passou a prever procura de trabalho qualificado, e o prestador de serviços consulares no Brasil comunicou o fim do recebimento da modalidade antiga. A existência da categoria na legislação não basta para confirmar que um novo pedido pode ser apresentado hoje.
A legislação vincula o pedido de residência CPLP à condição de titular de visto de residência. O modelo europeu do cartão e a coleta presencial de dados não significam concessão automática, cidadania portuguesa ou liberdade irrestrita para trabalhar em outros países.
A antiga regularização por manifestação de interesse deixou de ser uma porta aberta para novas chegadas. Brasileiros que pretendem morar em Portugal precisam distinguir visita, visto e autorização de residência antes de assumir despesas com passagem, aluguel ou mudança da família.
Registros de aplicativos, arquivos temporários e horários podem indicar uma sequência de ações no celular. Esses dados não recuperam automaticamente o conteúdo nem demonstram leitura pelo destinatário.
Programação da comissão responsável pelas normas de segurança e saúde prevê discussões sobre esses agentes em 2027. Para peritos, advogados e empresas, o ponto central é acompanhar os atos oficiais sem tratar uma revisão planejada como regra aprovada ou antecipar efeitos sobre casos concretos.
Alerta sanitário de 2026 chama atenção para ritmo e esforço na logística. A NR-17 orienta a avaliação das condições reais, incluindo organização das tarefas, movimentação de materiais e medidas preventivas; relatos de um local não podem ser generalizados para todo o setor.
Debate recente da Fundacentro sobre clima e trabalho reforça a importância da prevenção. Para a análise técnica, condições do ambiente, esforço da atividade e método utilizado precisam ser considerados; risco à saúde e enquadramento em insalubridade não são a mesma pergunta.
Orientação recente do MTE diferencia o deslocamento operacional do transporte entre locais. Limite de velocidade, comunicação com o motorista e condições do equipamento integram as regras de prevenção e os elementos relevantes para investigar acidentes.
Anexo da NR-16 com vigência em abril de 2026 descreve o trabalho em vias públicas e suas exceções. A avaliação técnica deve diferenciar uso profissional, deslocamento até o emprego e situações específicas, sem decidir o enquadramento apenas pelo cargo ou pela existência do veículo.
Regra em vigor desde abril de 2026 prevê disponibilidade para trabalhadores, sindicatos e fiscalização. A mudança chama atenção para versões, identificação das atividades e fundamentos da avaliação, sem transformar o documento empresarial em conclusão definitiva de uma disputa judicial.
MTE esclarece mudanças da NR-35 e regras de transição para capacitação e análise de risco. Datas de instalação e de projetos passam a ser elementos importantes para empresas e para a conferência da documentação em avaliações técnicas.
Orientação do Ministério do Trabalho exige conexão entre avaliação, condições reais e medidas de prevenção. O foco está na organização das atividades, inclusive no trabalho remoto, e não em transformar o gerenciamento de riscos em diagnóstico psicológico dos empregados.
Redação aprovada pelo Ministério do Trabalho entra em vigor em junho de 2027 e reorganiza requisitos de prevenção e documentação. Empresas devem conferir instalações e rotinas; peritos e advogados precisam distinguir as obrigações atuais das futuras ao examinar a prova técnica.
O direito real de habitação pode proteger a permanência do cônjuge ou companheiro sobrevivente na residência familiar. Ele não substitui a partilha, não autoriza alugar a casa a terceiros e exige atenção à titularidade do imóvel antes da morte.
O mecanismo permite analisar suspeitas de fraude e buscar recursos para devolução, mas não funciona como seguro. O enquadramento da ocorrência, a análise das instituições e a existência de valores recuperáveis são decisivos para o resultado.
O julgamento fixa uma orientação que deve ser observada em casos abrangidos pela mesma questão jurídica. Mas afetação, suspensão e aplicação da tese são etapas distintas, e nenhuma delas dispensa o exame do processo individual.
Decisões tomadas unicamente por tratamento automatizado de dados pessoais podem ser objeto de pedido de revisão. O direito inclui esclarecimentos sobre critérios e procedimentos, mas não garante aprovação de crédito nem acesso irrestrito ao código do sistema.
Sanção, publicação, vigência e regulamentação são etapas diferentes. Uma lei pode prever aplicação imediata, prazo de adaptação ou datas distintas para seus artigos; veja onde encontrar essas informações no texto oficial.
Uma decisão provisória pode produzir efeitos imediatos sem encerrar a disputa. Entenda a diferença entre liminar, tutela de urgência e julgamento definitivo, e por que acompanhar os próximos atos do processo continua sendo essencial.
A meação decorre do regime patrimonial do casal; a herança envolve a transmissão dos bens de quem morreu. Separar essas duas parcelas é essencial antes de calcular direitos sobre imóveis, dinheiro e outros bens da família.
Consumidores de boa-fé podem buscar um plano conjunto para reorganizar dívidas de consumo. O procedimento preserva o mínimo existencial, tem exclusões e não garante perdão de débitos nem suspensão automática das cobranças.
Precedente do STJ afastou penalidade aplicada sem comunicação prévia e oportunidade de esclarecimento. A assembleia deve examinar fatos e regras pertinentes; aprovação por quórum qualificado não substitui o direito de ser ouvido.
STJ distinguiu o uso da plataforma da exploração habitual de estadias curtas e exigiu aprovação de dois terços para mudar a destinação residencial. A controvérsia também integra um tema repetitivo ainda pendente de julgamento.
Paciente tem direito de obter cópia e explicações sobre os registros. A entrega a familiares, autoridades e outros terceiros segue condições próprias; parecer do CFM de 2026 reforça limites no envio direto ao IML.